Além dos assuntos que podem comprometer o senador Ciro Nogueira, com possível repercussão nas campanhas eleitorais, especialmente em Flávio Bolsonaro, que havia convidado o senador para ser seu vice na chapa que disputará a presidência da República, podemos esperar que também alguma coisa ande nos depoimentos aguardados do ex-presidente do Banco Regional de Brasília, Paulo Henrique Costa, que deverá se antecipar para ter fatos inéditos e desconhecidos da PF para revelar.
Em Brasília, há uma grande expectativa de que o ex-governador Ibaneis Rocha entre no jogo, como alvo de denúncias de uma eventual participação nos fatos ocorridos. Na verdade, é inusitado que tudo o que vem sendo descoberto tivesse acontecido sem que fosse do conhecimento de Ibaneis, em especial, a situação no BRB.
E sobre o ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, haveria algo a ser revelado? Foi ele, “com toda isenção”, segundo um advogado declarou (não foi Kakai) que disse que o Banco Central havia se precipitado em promover a liquidação do Banco Master? Imaginem se tivesse demorado mais um mês, sobraria alguma coisa?