O governo Zema sempre afirmou e Mateus Simões confirmou, que os valores recebidos pela transferência do controle da COPASA na sua privatização serão convertidos na amortização da dívida pública de Minas com a União.
Se forem tomados os valores das renúncias fiscais concedidas apenas em 2026 pela Sefaz-MG a quem não se sabe quem e por que razões aconteceram tais benefícios, superiores a mais de R$ 25 bilhões, esses números que o tesouro do Estado de Minas Gerais nunca mais verá, seriam suficientes para se adquirir três COPASAS, prontinhas, montadinhas, já faturando e lucrando mais de R$ 1,5 bilhão por ano; bem geridas, sem ser o cabide de empregos em que transformaram a COPASA, o lucro seria muito maior.
Seria de se perguntar a Romeu Zema se ele faz negócios tão generosos vendendo a terceiros os ativos de seu grupo. Graças a Deus faltou tempo, porque a dupla Zema/Mateus teria vendido também a CEMIG à Faria Lima.