Um extenso pedido de informações foi protocolado nesta segunda, 13, pelo pré-candidato ao Governo de Minas, Gabriel Azevedo, na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, objetivando que a pasta esclareça sobre questões relacionadas aos “ocupantes de cargos de Direção e Assessoramento sem cargo efetivo informado no âmbito do Poder Executivo do Estado de MG”.
O pedido de Gabriel Azevedo decorre, segundo oficiado, “da análise de dados públicos disponibilizados pelo Portal da Transparência e pelo Portal de Dados Abertos do Estado de Minas Gerais, os quais apontam a existência de registros de ocupantes de cargos em comissão cuja unidade de exercício consta como “INF. SIGILOSA”, circunstância que demanda esclarecimentos objetivos quanto ao fundamento jurídico dessa classificação e quanto aos procedimentos adotados para compatibilizar eventual necessidade de sigilo com os princípios constitucionais da publicidade e da transparência.
Na medida em que as informações estejam sob a custódia da Controladoria Geral do Estado, ou possam ser obtidas por reencaminhamento interno, solicita-se. E aí Gabriel Azevedo enumera dez solicitações, todas relativas a uma folha de pagamentos que beira R$ 200 milhões por ano. Por que tanto sigilo, se o próprio governador Mateus Simões já disse que tem nojo de todo tipo de falta de transparência?