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FIEMG tinha filial na Cidade Administrativa? (parte I)

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Uma declaração do candidato Mateus Simões gerou uma dúvida sobre o real poder de um governador para se exercer com autonomia e independência, cumprindo um dos mais essenciais mandamentos da administração pública: a publicidade dos atos públicos.

Em uma entrevista concedida ao portal Metrópoles, Simões confessou que Romeu Zema não revelou as empresas que recebiam as vantagens das renúncias fiscais porque isso fez parte de um acordo com o ex-presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, hoje candidato ao governo do Estado.

Que ele, Mateus, quis publicar essa relação de empresas, mas que, em razão desse acordo entre amigos, Zema não permitiu. Acreditam?

Sintam que perigo é termos governos fracos, suscetíveis a tais arranjos, a ponto de manter escondidas vantagens que chegaram a R$ 26 bilhões por ano e a R$ 200 bilhões durante os dois mandatos Zema/Mateus.

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