A forma como se destruíram as relações do Estado de Minas Gerais com seus servidores, primeiro negando recomposições de seus vencimentos pelos índices da inflação, que é uma conquista legal de décadas, humana e decente, além do desprezo sempre manifestado pelos serviços públicos, criando em paralelo estruturas para as quais se transferem obrigações originais do poder público, com melhor remuneração dos serviços transferidos aos novos responsáveis, sem levar em conta a sua continuidade nas formas tradicionais em que o Estado se representa na relação com a sociedade, infelizmente chegou a níveis humanamente intoleráveis, que convergem para o esvaziamento do Estado, na sua forma segura, constitucional e de sua degradação.
Chegamos aos níveis mais baixos de desvalorização, de desconsideração e de aviltamento na relação com o servidor público.