O outro fato aconteceu também nessa semana no Fórum da cidade do Rio de Janeiro, com a condenação, depois de quase seis anos passados da ocorrência do crime, do ex-vereador Dr. Jairinho a quase 44 anos de prisão, o que pode parecer absurdo, mas é pouco para o que esse monstro fez, sem uma reação que seria esperada de qualquer mãe decente.
A surpresa de todo país está no perdão concedido à companheira de Dr. Jairinho e mãe da criança assassinada, Henry Borel, sentenciada a apenas 1 ano e 4 meses de prisão, por omissão na relação com seu filho, o que permitiu que Jairinho tivesse a atitude que teve, assassinando brutalmente uma criança de 4 anos de idade.
Em qualquer outro país do mundo, mais ou menos civilizado, ele seria morto em praça pública e ela, a mãe Monique, também. Nem as fêmeas das espécies mais irracionais teriam a atitude que essa mulher teve, perante seu filho.
Ela é, no mínimo, cúmplice, com o agravante de ser mãe. Certamente essa sentença será revista pelos tribunais superiores.