A situação no Hospital João XIII-Pronto Socorro de BH é tão grave que um paciente há dias tenta marcar um atendimento para retirar uma “gaiola”, que é uma armação que se coloca geralmente na perna de lesionados, para auxiliar na reparação de fraturas.
Não apenas não conseguiu marcar como lhe deram a orientação de que retornasse em cinco dias, porque antes as agendas estavam lotadas e, ainda, dependiam de uma empresa terceirizada para fazer o procedimento. UMA EMPRESA TERCEIRIZADA?
Mateus Simões esteve no Hospital João XXIII em 23 de março passado, portanto há 4 meses, para uma vistoria aos serviços daquele Pronto Socorro. O Maria Amélia Lins já estava fechado por seu antecessor, Romeu Zema, e quando perguntado sobre a situação do HMAL, deu de ombros, dizendo que aquilo era responsabilidade do TCE-MG.
O MPMG deveria investigar e processar todos os que foram responsáveis pelos danos causados à saúde pública e de pessoas, muitas de maneira definitiva, como pacientes que esperaram por um atendimento ou complementação de seu tratamento naquele hospital.