E ainda: 3) quem decidiu e como tal procedimento foi realizado, para que a Secretaria de Estado da Educação contratasse o BTG para executar, por 25 anos, a limpeza e conservação de 95 prédios escolares em Minas Gerais, recebendo a extraordinária quantia de R$ 22,3 milhões por mês, ou R$ 267,6 milhões por ano, ou R$ 6,690 bilhões, pelo prazo do contrato. Por que 25 anos? E o bônus de 5%? Como foram escolhidos esses 95 prédios escolares? Em que mais o BTG está metido ou vai influir, de interesse do Estado de MG?
4) Por que o pagamento da Folha de proventos dos servidores do Estado foi negociada com o Banco Itaú, em valores muito menores, comparativamente, ao que foi negociada há cinco anos atrás? Se adotados os mesmos parâmetros, o valor que o tesouro de Minas Gerais deveria embolsar passaria de R$ 3,0 bilhões. Mas só recebeu R$ 2,188 bi. Por que essa cifra? Quem participou dessa negociação e como foi decidida a licitação?
Se a ALMG der conta de esmiuçar esses assuntos nesse semestre e trouxer tais explicações à sociedade, já estaria ótimo para os mineiros. Mas não trará. Porque, saberemos depois.