A velha tática do “se colar, colou” estão sempre presentes nos processos de transição de governos, por mais sérios e vigilantes que todos sejam.
Notícias plantadas, falas desautorizadas, insinuações, são práticas que muitas vezes conturbam, mas também deixam reluzentes aqueles e aquelas que desejam lucrar com as confusões que conseguem gerar.
Na semana, surgiram notícias de que o governador eleito Cleitinho já teria escolhido o economista Thiago Toscano, que por vários anos integrou o governo de Romeu Zema, para ser um “supersecretário”, num modelo copiado de governos passados, mas para chefiar as ações das secretarias de Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento Econômico.