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Acordo da Cemig com representações sindicais dos empregados sobre plano de saúde

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João Wayne Oliveira Abreu, diretor do Sindsul; Luciana Magalhães de Oliveira, diretora-presidente Sindsul; o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira; o presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho; e o dirigente sindical da FTIUMG, Vanderlei Toledo posam juntos após a homologação de acordo pelo TRT mineiro

Aquela história de quem viver, verá, aconteceu no Tribunal Regional do Trabalho da 3ª região.

Sob a coordenação da Secretaria de Dissídios Coletivos do TRT-MG, tendo à frente o Desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, o bilionário acordo entre a estatal Cemig Distribuição, Cemig Geração e Transmissão e a CEMIG, propriamente, foi firmado na última sexta-feira, 19, tendo do outro lado da mesa o Sindsul-MG e a FTIUMG, que representam os empregados da concessionária.

Infelizmente, para a CEMIG e sua diretoria, claro, mas com grande felicidade dos seus empregados, que venceram a demanda que sustentaram sobre o pagamento do plano de saúde e sua gestão, pela CEMIG Saúde.

A CEMIG tinha essa desobrigação como um ponto de honra, numa batalha iniciada pelo seu presidente, Reynaldo Passanezi Filho, mas evoluiu para o acordo, depois de longas e exaustivas tratativas.

A CEMIG concordou em pagar R$ 1,25 bilhão como indenização, em seis parcelas anuais.

O que levou a empresa a iniciar e sustentar essa briga?

Algum prazer especial de sua diretoria em pagar um valor tão expressivo como indenização?

Esse valor significa algum prejuízo ao patrimônio da estatal, que, no fundo, é um patrimônio do povo mineiro?

O que o governador Romeu Zema achou desse acordo?

Faz parte do “trem que prospera”?

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