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A saúde despenca em Minas em meio à falta de gestão, à incompetência e ao cipoal de mentiras (Parte II)

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Essas três instituições mal se movimentaram para cumprir as obrigações que a Constituição do Estado lhes permite ou lhes impõe, como dever para com a sociedade.

Nessa quinta-feira, 31, o Hospital João XXIII, o respeitável Pronto Socorro, um dos maiores senão for o maior centro de tratamento de traumas da América Latina, vai parar.

Médicos, enfermeiros, técnicos e demais servidores já não suportam mais tanta carga de trabalho, tanto desconforto, tanta falta de gestão por parte da Secretaria de Estado da Saúde e da FHEMIG, que o governo se recusa a enxergar, ou enxerga, mas não se sensibiliza para oferecer soluções.

Até macas faltam num hospital da importância do Pronto Socorro João XXIII, mas faltam também medicamentos, falta manutenção de seus equipamentos, falta pessoal, de médicos em todas as suas especialidades, inclusive anestesistas, até pessoal de limpeza.

Isso é gestão, GOVERNADOR ROMEU ZEMA E VICE-GOVERNADOR MATEUS SIMÕES?

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