Tais concessões podem ter ocorrido, por exemplo, em razão da simpatia de alguém com força nos governos e o critério se reduziu a mero ato de clientelismo político. Longe de dizermos que houve corrupção, suborno, ou que alguém ganhou alguma coisa com tal benefício; jamais.
Mas é de se questionar todo dia como a arrecadação de R$ 26,3 bilhões são retirados do caixa de um Estado quebrado, como Minas Gerais. E ninguém pressiona, senão a deputada Lohanna França, que foi à Justiça para buscar a abertura dessa informação.
Resistiram até a última hora e o TJMG decidiu favoravelmente um mandado de segurança, impetrado pela parlamentar. Por que tanto mistério? Os que estão no poder e na Secretaria da Fazenda MG, por acaso são donos do Estado?
As informações foram abertas, mas o critério usado como parâmetro para tais concessões, não veio, ninguém sabe, ninguém viu.