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Cleitinho: fique de olho na arrecadação de MG (parte I)

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O arrocho fiscal anunciado com insistência pelo governador Mateus Simões, seguido de uma publicidade nas redes sociais, tudo para dizer que seu governo deixará o 13º dos servidores do Estado, pago, tem uma meia importância e melhora muito pouco a análise da gestão iniciada por Romeu Zema e complementada pelo atual governador, que assumiu oficialmente o governo em abril de 2026.

Nos dois governos, o Estado nunca quis auditar a sua dívida com a União, o que poderia ter trazido resultados significativos no conjunto da dívida; essa experiência já foi vivenciada por outros Estados e municípios devedores.

Outra atitude inexplicável é que o Estado sempre escondeu debaixo de 7 chaves, quem são as empresas beneficiadas pela bilionária renúncia fiscal e que critérios foram usados para estender às mesmas a concessão desse enorme incentivo.

O que tanto se esconde, além da razão social de uma empresa da família Zema, também beneficiada?

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