A desindexação das aposentadorias aos índices de reajuste anual do salário-mínimo, que hoje ocorre no Brasil, é uma das ideias que o candidato Flávio Bolsonaro tem plano de adotar, caso seja eleito presidente da República no próximo dia 25.
O resultado, óbvio, será o aniquilamento do poder de compra dos valores das aposentadorias e pensões, pagas pela Previdência Social, que hoje conseguem sustentar as demandas dos dependentes do INSS. Esta receita vem do presidente da Argentina, Javier Milei, país transformado em um flagelo econômico e social desde os seus dois últimos governos e que tem conseguido alcançar uma inflação de 26% ao ano, 5,5 vezes maior do que a brasileira, matando sua população de extrema miséria e fome.
Na Argentina, somente têm recursos as grandes empresas estrangeiras, a cúpula do Governo e seus parlamentares. Para Daniela Marques, a guru de economia de Flávio Bolsonaro, a atual Argentina e seu presidente, Javier Milei, são forte inspiração para o modelo de governo que o bolsonarismo pretende implantar no Brasil. Se assim for feito, o Brasil voltará para o mapa mundial da pobreza e lá ficará por longos anos.