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Suspeita de assassino em série matando em SP

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A Polícia Civil de São Paulo identificou nesta terça, 13, o corpo de mais um homem, encontrado pela Divisão de Homicídios e que se achava amarrado dentro de um saco plástico, numa via pública da Zona Leste da capital. As autoridades policiais admitem que as 10 vítimas de assassinado registrados no período de 37 dias, encontradas todas elas com sinais de crueldade, possam ser resultado de ações do crime organizado, naquele Estado.

Esses fatos, somados a tantos outros que são anotados a cada dia em várias localidades do país, impõem a necessidade de que os controles sobre a venda, propriedade e porte de armas no Brasil sejam a cada dia ações mais severas.

Infelizmente não é o que acha o deputado federal Paulo Bilynskyj, um ex-policial, segundo se sabe muito diferente de seus ex-colegas da Polícia Federal e que vem apregoando que Flávio Bolsonaro, se for eleito presidente da República, revogue todas as medidas de controle e restrição ao comércio de armas, originadas nos governos Lula.

Para Bilynskyl, dentro de uma ignorância pouco comum aos demais mortais, não seria mais essencial que qualquer pessoa adquirisse quantas armas desejasse, sem precisar até mesmo informar a real necessidade de ter e portar armas de fogo, de qualquer calibre.

Com a dimensão da criminalidade no país e a impossibilidade do aparato policial do Estado de conter o seu avanço, nem um jumento, seguramente, seria capaz de sustentar tal disparate. Esse Bilynskyl precisa ser examinado por uma junta de psiquiatras e até veterinários.

Com urgência. Embora já deputado, é possível que ele possa ter piorado durante a campanha, na convivência com aqueles que com ele se identificam.

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