Os problemas não param apenas nas diárias usurpadas por vários agentes penais; marcações de ponto digital com a frequência de pessoal e concessões de folgas arbitrariamente escolhidas pelas chefias, também deverão ser objeto de auditorias, pelos custos extras que geram ao Estado.
A tais suspeitas de deslizes também vêm sendo investigadas práticas de assédio, o que, no frigir dos ovos, podem onerar o Estado como solidário, em eventuais ações judiciais de indenização, quando propostas pela parte ofendida.