Felizmente surgiu como um ato de sensibilidade e de enorme responsabilidade para com as finanças públicas, a decisão do governador MaDeus Simões em socorrer os pobres clubes de futebol mineiros, os três maiores -Atlético, Cruzeiro e América-, que se viram à mingua com o decreto do presidente Lula, proibindo as BETS e, por consequência, a festa dos maiores de Minas, que recebem mensalmente valores que usam para remuneração de seus sofridos jogadores e comissões técnicas.
Um alívio, talvez pela proteção de Nossa Senhora Aparecida, tão falada nos últimos dias, mesmo depois do parceiro de chapa de MaDeus, Flávio Bolsonaro, ter querido cassar a fé brasileira na santinha. MaDeus, imaginem, já mandou destinar R$ 32 milhões aos times da capital, sendo R$ 15 milhões para o Cruzeiro, R$ 15 milhões para o Atlético e R$ 2 milhões para o América.
E já mandou dar alguma coisa ao Atletic e ao Uberlândia. Para MaDeus, “trata-se de uma questão de responsabilidade”, para que, por exemplo, Gabigol, que recebe R$ 2 milhões/mês para jogar no Santos; Gerson e Matheus Pereira recebem R$ 3 milhões/mês cada e Kaio Jorge, R$ R$ 1 milhão/mês.