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Sistema penitenciário em MG é covarde e burro (parte III)

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Não precisavam ir tão longe para conhecerem a ineficácia do método. Na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, por exemplo, um detento já denunciou a situação que vivencia naquela unidade prisional, de que tem conhecimento o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o juiz de Execuções da Comarca de Teófilo Otoni e a 2ª Defensoria das Execuções Penais de Contagem cobrou providências urgentes do Diretor-Geral da Nelson Hungria em relação ao detento Erival Pinheiro dos Santos, que é hipertenso e tem filho com doença mental dependente de sua assistência, solicitando sua transferência para Feira de Santana, na Bahia, onde reside sua família e, ao contrário do que esperavam, intensificaram-se, pelas informações já denunciadas, as perseguições ao referido apenado.

Esse é um caso, entre milhares de outros, que se repetem no Estado, que já passou por todas as instâncias do sistema penitenciário e do Judiciário, até mesmo pelo CNJ, e nada mudou. E o que faz a SEJUSP? Nada, talvez esperando que o problema mais se agrave.

Amanhã falaremos sobre outros absurdos, inclusive sobre uma mudança anunciada no comando do sistema Socioeducativo em BH, um abuso que a SEJUSP pretende por falta de critérios, realizar.

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