Várias penitenciárias em Minas estão entregues a ONGs, OSs e coisas do gênero. Se a nossa SEJUSP tivesse mais determinação na gestão desse sistema, tais acordos com essas soluções privadas deveriam ser evitados, na melhor hipótese, ou até mesmo proibidos.
O secretário de Segurança Pública, muito eficiente na divulgação de cursos e livros de sua especialidade, não dá mostras de que inovou em qualquer proposta, nem mesmo após voltar de El Salvador, onde foi buscar modelos de gestão e inovação, na companhia do obtuso Romeu Zema.
Não lhes avisaram que aquele país, inteiro, é menor do que o Vale do Mucuri em Minas Gerais, e sua população, como já dissemos, menor do que 1/3 do Estado que Zema ajudou a endividar e arrebentar; foram lá onde somente gastaram dinheiro público com uma viagem sem qualquer sentido, senão para Zema, dentro de sua capacidade de avaliar qualquer ideia pública.
Em El Salvador as práticas mais usadas nos seus presídios é a tortura física e mental, o medo generalizado que não consertam ninguém e em nada aliviam os encargos do sistema.