As pesquisas divulgadas nos últimos dias, sem exceção, apresentaram os candidatos Romeu Zema, Renan Santos e Ronaldo Caiado, para ficar nesse time, todos com a preferência de 2% a 4% dos entrevistados, como destinatários de seus votos para a Presidência da República.
Os demais candidatos, ou subiram ou se afirmaram nas suas colocações, inclusive o psiquiatra e autor de livros de autoajuda, Augusto Cury, que saltou de 3% para 10%. Lula e Flávio Bolsonaro lideram a disputa, reduzindo os demais à ridícula ideia de terem sido candidatos e não conseguirem despertar a eventual aceitação aos seus nomes.
Não por outra razão, mas porque nada têm para dizer, não têm credibilidade, não têm projetos de país. Zema chega em Minas, Estado que governou 2 vezes, a no máximo 10%. Por quê? Porque é ruim, é visto como mentiroso ou descumpridor de promessas, como quem atolou Minas Gerais. O que poderia esperar?