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O que os motiva? (parte II)

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O mesmo acontece com os candidatos ao governo de Minas. Temos 3 candidatos -Cleitinho, Patrus e Kalil-, como já esperados num segundo turno das eleições.

No segundo time estão Mateus Simões, Gabriel Azevedo e Flávio Roscoe, esse último com míseros 2%. O restante são nomes que não passam de 1% ou 1,5%, e somente têm seus nomes ainda na tabela porque naturalmente esperam que alguma janela ou janelinha lhes seja aberta, dependendo de a quem se juntarem no segundo turno.

Essa profusão de partidos sem qualquer identidade, sem apelos definidos, sem programas confiáveis, expondo um ajuntamento destinado ao consumo de fundo partidário ou sua distribuição em empregos de apaniguados nos leva a esse nada, a uma realidade incerta, boba e miserável.

A ignorância ao votar consolida isso e nos torna cúmplices de toda essa incerteza. Nunca foi para o país tão importante que o eleitor responda por que votar num candidato.

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