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Não vai sobrar pedra sobre pedra

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Os mais recentes debates dos candidatos ao Governo e Senado em Minas, na busca de formação de suas chapas para a disputa nas próximas eleições, transformaram-se em um grande ringue, com ofensas que, trocadas entre pessoas com um mínimo de caráter e dignidade moral, poderiam resultar em rompimentos definitivos. Mas não é isso que se prevê.

Cleitinho chamando Marcelo Aro de bandido e Marcelo Aro dizendo que a família de Cleitinho deveria responder à acusação de sua família ter desviado R$ 10 milhões, lá em Divinópolis.

Sobre as acusações que Aro e Mateus Simões trocaram quando o ex-secretário se apresentou como provável candidato ao governo de Minas, todos sabem o que foi divulgado, com ambos rotulando-se mutuamente como falsos, mentirosos e traidores.

Depois do dia 15, formadas as chapas, o que estamos vendo é que todos caminharão para sacramentar composições, trocando votos, apoios e juras de amor eterno.

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