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O que virou início das campanhas em Minas (parte I)

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Quem acompanha a movimentação dos partidos políticos em Minas, viu como se desenvolveram as relações entre as correntes que se habilitaram para a disputa do governo do Estado e do Senado.

Inicialmente ajustados, trocando apoios e juras de amor, os então pré-candidatos Mateus Simões e Marcelo Aro, cujas pretensões foram geradas nas relações e na convivência que mantiveram no último mandato do ex-governador Romeu Zema, agora se acham em pontos muuuito distantes.

Quando divulgadas ainda como pré-candidaturas, Mateus chegou a bater na mesa para dizer que o pré-candidato com o qual sua chapa se comporia seria Marcelo Aro, descartando abertamente o nome do recém filiado ao PSD e pré-candidato à reeleição, Carlos Viana.

Até aí, as relações estavam nos trilhos. Ninguém sabe por que tudo mudou tão rapidamente, levando Aro a trabalhar a sua pré-candidatura ao governo do Estado, com base na desistência de Cleitinho em disputar, além de inocular o PL em Minas, fazendo seu nome surgir como a bola da vez, jogo para o qual contou com o apoio dos comandantes nacionais das mais importantes legendas partidárias.

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