Assim como ocorre nos afogamentos, a mesma situação também se repete e de forma drástica e muitas vezes definitiva na política, com ênfase nos períodos que antecedem as convenções, nos preparativos para construção de apoios, acordos e a revelação das chapas.
É o que se assiste em torno de quase todas as disputas, sobretudo quando estão em cena nomes que surgem inesperadamente para o jogo, com discutível expressão para as disputas; na pressa, quase sempre os resultados costumam ser os piores.
Nesta linha, nas últimas horas surgiu o nome do ex-secretário de Romeu Zema, Marcelo Aro, como possível pré-candidato ao governo do Estado, já que as pesquisas revelam uma profunda dificuldade de que seu nome cresça entre as esperadas can didaturas ao Senado, muito parecido com o que ocorre com Mateus Simões, pretendente à própria reeleição, que não consegue manter incorporado entre os seus apoiadores o ex-governador Romeu Zema.
Talvez seja até bem-vindo tal distanciamento.