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No fundo, um voto bambo (parte II)

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Há quem aposte que a dianteira de Cleitinho tem a mesma construção do que ocorreu na última eleição municipal em BH, quando o deputado Mauro Tramonte surgiu na dianteira, permaneceu nessa posição por meses, mas terminou longe das primeiras posições, quando a eleição foi decidida. Se Cleitinho encerrar sua novela desistindo da disputa, no último dia do prazo de registro das candidaturas, três nomes restarão habilitados, já que Mateus Simões, ao que parece, nem com reza brava sai das profundezas em que ficou, desde que se lançou. São eles o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil, o ex-prefeito de Betim Vittorio Medioli e o ex-vereador Gabriel Azevedo, que terão chances de mostrar, cada um, o que pretendem e o que já realizaram à frente dos cargos onde já estiveram. A comprovada experiência com a menor rejeição de cada um já se apresenta como a combinação decisiva para a escolha do eleitor, que dá mostras de estar cansado de projetos aventureiros.

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