A partir das denúncias apresentadas, segundo ele, instaurou-se um contexto contínuo de retaliação, marcado pelo uso abusivo da estrutura estatal como instrumento de perseguição pessoal, em evidente desvio de finalidade e manifesta afronta aos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da eficiência e da dignidade da pessoa humana.
Em franco desvio de suas responsabilidades, segundo ele avalia, a PMMG teria se desvirtuado sua finalidade institucional, convertendo-se em agente ativo de represália contra aquele que exerceu o dever de denunciar irregularidades.
Mattedi diz ter sofrido intimidação, constrangimento e desgaste, instaurando um ciclo contínuo de violência institucional voltado a silenciar, desacreditar e destruí-lo como denunciante, cujos efeitos se estenderam, inclusive, ao seu núcleo familiar.
Marcado por constante assédio, constrangimentos indevidos, isolamento profissional, ele diz ter sofrido toda sorte de degradação.