O senador Jaques Wagner manifestou seus sentimentos com o vazamento das informações sobre a visita ao seu apartamento por parte da Polícia Federal, que apreendeu uma quantidade considerável de relógios e de dólares, uma soma considerável que o parlamentar disse ter sido gerada com adiantamentos de diárias de viagem.
Segundo o senador baiano, US$ 49 mil e EUR 33 mil, foram pagamento de diárias de viagem. Sobre o apartamento que as escutas gravadas pela Polícia Federal levaram a supor que o senador recebera o imóvel ainda em construção como propina, paga pelo ex-dono do Banco Master, Augusto Lima, Jaques Wagner disse tratar-se de um imóvel que ele estaria comprando para ajudar sua filha a adquirir uma moradia.
Justo, mas não se sabe se suas explicações vão convencer a Polícia Federal, o relator do Caso Master no STF, ministro André Mendonça e o presidente Lula, que já havia se manifestado contrário a qualquer tipo de concessão nas investigações, a eventuais suspeitos. E esse é o caso do senador Jaques Wagner; que ele se defenda.