Para Anderson Adauto, que prosseguiu na sua avaliação, “o pedido de vista é apenas um soluço burocrático; a direção que o país quer tomar já está clara.
Abrir a infraestrutura de escoamento e processamento significa, na prática, permitir que o gás do pré-sal chegue de fato às fábricas, gere empregos e reduza o preço da energia para o cidadão.
Não recuaremos um milímetro agora que o futuro do mercado de gás finalmente começou a andar”, afirmou. Segundo ainda o ex-ministro, a maioria formada na ANP sinaliza uma mudança de rumo capaz de acelerar a industrialização, fortalecer a competitividade das empresas nacionais e ampliar a geração de empregos, especialmente em setores intensivos em consumo de energia.
Embora o processo regulatório ainda dependa da conclusão da análise e da realização das etapas de consulta pública, a votação desta sexta-feira foi interpretada por defensores da medida como um passo decisivo para a efetiva abertura do mercado brasileiro de gás natural.
Os diretores que votaram pelo avanço da proposta ressaltaram que a ampliação do acesso à infraestrutura é condição indispensável para o desenvolvimento de um mercado mais competitivo, em sintonia com os objetivos da nova Lei do Gás e do programa federal Gás para Empregar.