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Bom. E o que mais?

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Recente manifestação do governador Mateus Simões destacou o fato inédito e certa coincidência de que em Minas, três mulheres comandam ao mesmo tempo os trabalhos das forças de segurança pública: a delegada Letícia Batista Gamboge, na Polícia Civil; a coronel Jordana de Oliveira Daldegan, no Corpo de Bombeiros e, mais recentemente, a coronel Cleide Barcelos dos Reis, no comando geral da PMMG.

Inegável mérito das três e a esperança de que Minas Gerais possa reverter a sofrível situação em que a nossa segurança pública está perante o resto do país, com vergonhosos resultados que nos colocam entre os últimos em eficiência e controle da criminalidade, que aqui tanto prospera.

Se for para seguir com a mesma falta de recursos, com remuneração defasada, com falta de policiais disponíveis para trabalhar no aprimoramento da segurança pública, melhor seria não comprometer o histórico funcional dessas três senhoras.

A segurança pública em Minas é ruim e não se trata de uma questão de gênero: falta planejamento, faltam projetos exequíveis para sua requalificação, faltam efetivos bem reconhecidos, bem remunerados para nossas forças de segurança.

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