No caso dessa compra, o que se concluiu até o momento é que ocorreu a valorização de atravessadores de editoras, os mesmos que atuaram nas secretarias de Estado da Educação de São Paulo e do Pará; o secretário comum às três pastas (SP, PA e MG) é Rossieli Soares, demitido em Minas Gerais tão logo tal operação ganhou a imprensa, como suspeita (?) de fraudes.
Mas, e daí? Não basta demitir Rossieli; é preciso ir atrás de mais informações sobre como tal procedimento se desenvolveu, quanto já foi desembolsado, para quem, como e por quê, já que não se tem notícias de que ocorreram avaliações técnicas e pedagógicas sobre os livros adquiridos.
Se Mateus Simões não sabia dessa operação, Zema, sim. Tanto que mencionou o percentual economizado na modalidade administrativa adotada para compra: a dispensa de licitação, numa compra de R$ 348 milhões. Explique isso, Zema.