Tudo pode ser feito, desde, contudo, que se mantenha intacto o controle da estatal, pelo Estado de MG. Podem ser realizadas informações ao mercado, à CVM, aos ávidos banqueiros da Faria Lima; só não se pode vender a empresa lucrativa. E mais: tudo isso, com comunicação aberta sobre o que se pretende, diretamente ao TCE-MG, com antecedência mínima de 48 horas.
Por essa, nem Zema, nem Mateus, nem a Faria Lima, esperavam. Há ainda, para serem abertas, as investigações já requeridas sobre o que fez na COPASA o prontuariado Hamilton Amadeo, presidindo por longo tempo, o seu Conselho de Administração.
Essa investigação deverá inclusive, rever a modelagem de privatização concebida para se entregar a estatal mineira aos banqueiros da Faria Lima. Comenta-se que muitos nomes já haviam sido escolhidos para ocuparem as cadeiras da diretoria, lá na Rua Carangola, quando o martelo da B3 fosse batido. Acreditam? Mas…