Se o exemplo vindo do governador interino do Rio de Janeiro é bom, em Minas impera a surdez. Por exemplo, a compra realizada de livros infantis pela Secretaria de Estado da Educação no dia 23 de dezembro de 2025, no apagar das luzes daquele exercício, através de uma ata de preços, é um procedimento visto por muitos como uma imoralidade, mas que nunca foi investigado, nem pelo TCE-MG, nem pelo MPMG, nem pela ALMG, e nem mesmo pela Polícia Federal, mesmo em se tratando do uso de verba federal do FUNDEB.
Essa festa custou R$ 348 milhões ao orçamento da Secretaria de Estado da Educação de MG mas Mateus Simões nunca se pronunciou sobre isso, até mesmo porque a bancada da maioria na ALMG, também não lhe cobra.
Esse é um fato, sob o aspecto da transparência e da moralidade dos atos públicos, uma indecência, uma atitude escabrosa e censurável sem admissão de qualquer tipo de defesa. Para Mateus Simões, parece que não.