Cidades como Belo Horizonte, Betim e Contagem, se não aceitarem essa imoral prorrogação da parceria que hoje têm com a COPASA, para atendimento de seus consumidores, se se reunirem em torno de um projeto bem estruturado, poderiam ser sócias de uma empresa organizada apenas para atendê-las.
Esses prefeitos, somente se forem muito primários, deveriam concordar com tais prorrogações. Se a COPASA não os atende hoje, por que acreditarem que o futuro grupo controlador da empresa vai resolver seus problemas? Mirem-se no exemplo do que vem ocorrendo com a privatização da SABESP.
Não entrem para a história de Minas e de suas cidades como burros, como irresponsáveis e comparsas dessa estupidez que um dia, e isso não vai demorar muito, ainda vamos descobrir as reais razões de tanta insistência na venda de uma empresa com o perfil que a COPASA tem.
E poderia ser ainda melhor, não fosse a dupla Zema/Mateus, que não enxergam um palmo além do próprio nariz ou enxergam apenas o que lhes interessa ver. Além, claro, do uso da estatal como um imoral cabide de empregos do NOVO e dos apoiadores que mantêm no plantão da ALMG.