As generosas renúncias fiscais de Minas são a pendência líder desse e do último governo; elas foram criadas somente para beneficiar empresas amigas, salvo se uma revelação feita por Mateus Simões de quem são as felizardas, esclarecer a dúvida de que não houve critério técnico e republicano nessa festa.
A outra pendência, essa mais recente, diz respeito à prorrogação do contrato de concessão da CBMM, assunto que está ficando esquecido e que O PRÓXIMO GOVERNO TEM A OBRIGAÇÃO MORAL de investigar e esclarecer o que realmente foi realizado, nesse último ano dentro da CODEMIG e que culminou com a prorrogação, em outubro de 2025, do contrato anterior existente.
Por último, nas notas de hoje, Mateus deveria chamar o seu secretário de Educação, Rossieli Soares, para que ele informe as razões que levaram aquela pasta a comprar, usando o expediente fajuto das atas de preço, e que possibilitaram a aquisição de R$ 348 milhões em livros que nunca estiveram no planejamento daquela pasta, uma transação suspeitíssima, feita ao apagar das luzes de 2025.
Esse esclarecimento aliviaria a pecha de que tal transação é uma negociata vergonhosa e imoral. Aclará-la é uma obrigação, uma satisfação de natureza moral e republicana.