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Pendências que o governo não esclareceu ainda (parte I)

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Há várias situações em Minas que o governador do Estado precisa enfrentar e esclarecer, de maneira frontal e corajosa. São atribuições dele, Mateus Simões, que sempre propaga sua transparência, no trato da coisa pública.

A primeira delas, e talvez a mais significativa, levando-se em conta a formação que diz ter sua excelência, está na questão da revelação dos nomes dos empresários que receberam as benesses das bilionárias renúncias fiscais, distribuídas “de grila” pelo governador Romeu Zema e que ninguém, a não ser o próprio Zema e o rapaz que opera o controle das mesmas lá numa mesinha posta num canto da Secretaria de Estado da Fazenda de MG, sabem.

Quem fala que o ex-secretário Gustavo Barbosa, aquele que militou por anos no RioPrevidência, naquele período em que os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro viram seu órgão de previdência ser arrombado por um déficit de cerca de R$ 30 bilhões, se enganou. Gustavo Barbosa já estava fora da Sefaz, aplicado em fazer as manobras para privatização da COPASA. Pobre Minas Gerais!!!

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