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O que há na privatização da COPASA que ninguém sabe ainda (parte 1)

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A saída a jato de Hamilton Amadeo da presidência do Conselho de Administração da COPASA, depois da denúncia de fatos conhecidíssimos de que ele havia abertamente distribuído propinas em operações de compra do silêncio de várias pessoas sobre atividades da AEGEA, que ninguém, nem o Ministério Público de MG, nem a Assembleia Legislativa de MG, nem tampouco o Tribunal de Contas de MG, em atos de flagrante omissão diante da ameaça que a presença de pessoa de conduta confessadamente tão imoral representava contra os interesses do Estado, deveria merecer que fossem acompanhadas mais de perto esse que pode ser um dos maiores assaltos ao patrimônio público do Estado: a privatização de uma empresa excessivamente lucrativa, operacional e financeiramente viável, estável, como a COPASA.

A partir da extensão do contrato de concessão de Belo Horizonte até 2072, feita sem carecer da aprovação da Câmara Municipal, que nenhum benefício especial trouxe ou trará para a capital, mesmo sendo Belo Horizonte, sozinha, uma cidade capaz de ter um sistema próprio, eficaz, lucrativo de saneamento básico; isso mesmo: BH poderia ter sua própria empresa de saneamento básico, de recolhimento, tratamento de esgotos e distribuição de água.

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