É inegável, deputada Lohanna, e sua posição é um alerta a todos os demais parlamentares, que se não houver a determinação de se demonstrar um limite inarredável entre a autonomia e a independência do Legislativo e o Executivo, episódios como esse que seu mandato destaca, serão frequentes e constantes até o próximo dia 31 de dezembro, data que, esperamos, Mateus Simões se despeça do cargo que hoje ocupa: o de governador do Estado.
Várias de suas posições, evidenciadas em uma semana no Governo do Estado, são mostras de seu improviso e falta de dimensão para o cargo que lhe caiu na cabeça. Mas o que Mateus disse hoje, mais do que um recado, não é apenas uma impropriedade ou um desatino: é uma afronta ao Legislativo e à liberdade de que seus membros precisam dela ter orgulho e exigir respeito.
Aos que não a valorizarem, que o povo encontre outros, mais dignos de seu voto, para comporem a próxima legislatura.