Claro que não seria exatamente naquela medida e com tamanha abrangência; para ser igual à ‘visita mertiolate’ simpaticamente realizada nesta semana no Pronto Socorro, melhor não acontecer. Mas, quando não se tem nada para se agarrar, alguma coisa poderia haver para dar um alento aos servidores lá no IPSEMG.
Ou mesmo que o TCE-MG agilizasse a auditoria das contas pagas aos prestadores de serviços conveniados, sobretudo no interior do Estado. Milhões desceram pelo ralo e ninguém foi responsabilizado. Esse dinheiro pertence aos servidores públicos filiados ao IPSEMG, que não consegue melhorar os serviços pelos quais o Estado tem responsabilidade; a gestão do Instituto é lastimável.
Até quando, Mateus? O governo que vossa excelência comanda vai seguir aumentando as contribuições e sonegando atendimento decente aos servidores? A conta não fecha, governador, por incompetência de gestão. Só no grito as soluções não se produzem.