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Até sexta-feira se espera por anúncio oficial

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O que se comenta em Brasília, depois de sucessivos encontros que aconteceram na capital nessa semana, é que o senador Rodrigo Pacheco confirmará oficialmente sua candidatura ao governo de Minas na próxima sexta-feira; o partido, como já dito, é o PSB.

Por mais que já se soubesse que essa seria a decisão do senador, o que se ouviu é que em paralelo com a pretensão do senador, também vinham sendo discutidas estratégias de como poderão ser tratadas as questões que envolvem o estrondoso endividamento de Minas com a União, fruto da sofrível gestão das finanças do Estado pelo governo de Romeu Zema.

Sabe-se que especialistas que assessoram Rodrigo Pacheco estão aplicados, no momento, primeiro em estruturar um programa de equacionamento das finanças do Estado, visando sua discussão com autoridades econômicas da União, como também em conhecer as razões que levaram Minas a ser vítima das consequências de um passivo superior a R$ 210 bilhões, mesmo tendo recebido R$ 37 bilhões pela morte das 300 pessoas vítimas da Vale, em Brumadinho.

Hoje, em Minas, se há obras sendo realizadas, elas vêm desse acordo da Vale, o que é vergonhoso, para um Estado que não corrige os vencimentos dos servidores públicos, não realiza nenhum programa de infraestrutura, quer leiloar a COPASA, além de conceder em sigilo renúncias tributárias a empresas cuja atividade somente Romeu Zema e talvez Mateus Simões saibam quem são. Talvez.

Uma vergonhosa sucessão de tragédias, que precisam ser paradas.

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