O atual governador disse, numa de suas últimas falas, estar mais preocupado com quem está solto e que presídio não é prioridade de seu governo.
Esse governo, que Mateus vai terminar, como se espera, mal e porcamente, ampliando a cegueira do seu antecessor, Romeu Zema, a dele próprio, Mateus Simões, a de um secretariado que se salva por poucas exceções, apoiado por uma Assembleia na sua maioria ocupada com a preservação de seus interesses, de suas emendas parlamentares e agora, com a renovação de seus mandatos, vai deixar um Estado arrasado, endividado, carente de obras que consumirão uma década para serem realizadas.
Nem o dinheiro da Vale, pelas mortes de Brumadinho, será suficiente. Na sua frase, primária como em tudo tem se mostrado o atual gestor, ele desconhece que essa situação dentro das penitenciárias favorece apenas ao crime organizado, que continua no comando, no interior das mesmas.