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CTI virou moda

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Nas últimas prisões de gente bacana que ocorreram no Brasil, várias já requisitaram cuidados especiais. De Jair Bolsonaro, nem se fala: não há dia que não se tenha que haver mudanças no tratamento, local de internação, visitas especiais.

Agora, o ex-presidente está no CTI, para dar uma folguinha à patroa Michele, para cuidar da sua vida como mulher e madrasta, da maquiagem, da campanha ao Senado, pelo DF, das relações com o PL. Inspirado talvez pelo modelito, nos últimos dias foi a vez daquele tenente-coronel da PM de São Paulo, Geraldo Rosa Neto, a quem acusam de ter dado um tiro na cabeça da ex-esposa, a soldado Gisele.

Coronel Geraldo Rosa, que não é nenhuma flor, também foi levado ao Hospital da PMSP porque estava acometido de uma crise de ansiedade.

Se for comprovado o feminicídio de que o acusam, sua ansiedade certamente vai duplicar, e se estender, se Deus quiser, por uns 30 anos no CTI de uma boa penitenciária paulista, lugar próprio para gente de sua covardia e frieza.

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