O Projeto de Lei 89/2025, enviado pelo governo Zema à Assembleia Legislativa, é uma das mais recentes preocupações dos delegados da Polícia Civil de MG e da representação da categoria, no Estado, pelo atraso que ele representa.
Sabe-se que a ideia, entendida como forte possibilidade de estagnação da PC, nasceu de pequenos grupos dentro da corporação, certamente com grande influência política, que desejam se eternizar nos postos que ocupam, não permitindo que novos delegados possam alcançar os níveis superiores da função.
Os critérios de evolução na carreira já estavam expressos no artigo 109 da Lei Orgânica da Polícia Civil de MG e é exatamente esse o preceito que o projeto de iniciativa do Governo quer atacar.
A iniciativa do governo Zema, que felizmente vive seus últimos estertores, usou como argumento a premissa de que mudanças de nomes no provimento desses cargos de nível superior acarretariam a descontinuidade de ações e programas em operação na Polícia Civil, com readaptações desnecessárias.