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A mediocridade como bandeira eleitoral (parte II)

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Não falou o senador Cleitinho, contudo, sobre o plano de saúde que os senadores, ele inclusive, têm para o resto da vida, no Albert Einstein, mesmo fora do mandato; não disse sobre os 24 assessores (só copeiros ele tem 3) que tem seu gabinete, quem são e se todos comparecem ao trabalho diariamente; não falou ainda sobre que destino ele dá às milionárias emendas parlamentares que seu mandato recebe.

E, mais ainda, que projetos apresentou no Senado nesses quatro anos que está sentado lá. Não vale como projeto o pedido de autógrafo a Virgínia Fonseca, das BETs, nem tampouco trepar na carroceria de caminhão para tampar a câmera de radar de velocidade com um capuz, em estradas; esses atos devem ficar na galeria das idiotices.

Esperamos que os eleitores mineiros tenham mais critério para eleger seus representantes no Legislativo e seus governantes, dispensadas as aparições comendo bananas com casca. Já deu!

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