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Fazendo campanha com tragédia e mortes? (parte II)

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Na visita que o governador Romeu Zema fez a Ubá, uma senhora, revoltada com a situação e o que ela chamou de um jogo de cena por parte da comitiva que acompanhava Romeu Zema, cobrou ações efetivas.

“Nem uma máquina, nem um caminhão pipa. Só sabem conversar fiado, todos limpinhos, como se não fosse com eles”, gritou, dirigindo-se a Zema, que seguiu conversando e ignorando seu protesto, de forma extremamente fria e insensível, como se não fosse com ele.

Pessoas tentaram conter a senhora que gritava e gesticulava, talvez seguranças de Zema, mas ela não abaixou a voz, expressando uma realidade de quem passa pelo desespero de estar vivendo os piores momentos de sua vida.

A reconstrução dessas cidades, das casas destruídas, a falta de assistência e respeito pela dor das pessoas são marcas difíceis de serem apagadas. Não se pode prescindir de uma reflexão de todos os mineiros.

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