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Querem matá-lo aos 55 anos (parte I)

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Mesmo para os que acompanham os fatos, com as idas e vindas dentro do IPSEMG, ninguém entendeu que a celebração dos 55 anos de vida do Hospital Governador Israel Pinheiro, unidade própria da previdência dos servidores do Estado de MG, acontecesse quase como um embaraço ao governo, na semana anterior ao carnaval.

Reconhecido como referência em alta complexidade e por ter protagonizado importantes avanços, como transplantes e procedimentos especializados, o hospital consolidou-se como patrimônio e uma referência de segurança dos servidores públicos de Minas Gerais.

Ao longo de mais de cinco décadas, gerações de profissionais contribuíram para transformar o HGIP em símbolo de excelência na assistência à saúde dos beneficiários do Instituto, que hoje somam cerca de 800 mil em todo o Estado.

Mas a data comemorativa foi marcada apenas por algumas homenagens, além de questionamentos institucionais.

Chamou atenção, por exemplo, a ausência do presidente do IPSEMG, André dos Anjos na solenidade oficial. A representação ficou a cargo do vice-presidente.

Também o Governo do Estado não mandou representante ao evento. O próprio vice-governador Mateus Simões, esperado para ser ovacionado pelos servidores da casa, não deu as caras.

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