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O que trarão para o Governo de Minas os nomes que aí estão sendo cogitados? Novos Zemas? (Parte II)

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Zema usa a situação do funcionalismo, que recebia o vencimento mensal dividido em parcelas a cada dez dias, mas o recebia dentro do mês, para ilustrar sua afirmação de que encontrara um Estado quebrado; pelo relatado, não havia atrasos, além do 13º salário, esse sim, não quitado quando Zema assumiu o governo.

Em sete anos, o governo do Estado não concedeu reposições salariais da inflação, como forma de disseminar ainda mais a miséria entre os servidores públicos.

Estradas, pontes, viadutos, hospitais regionais, escolas, tudo isso vem sendo construído com recursos do acordo da Vale e da Samarco, utilizando-se de valores além da reparação, porque aí são empregadas verbas indenizatórias.

São recursos que deveriam ser auditados com isenção e seriedade, porque foram gerados pela morte de mais de 300 pessoas inocentes e muitas outras ainda se acham deformadas e incapacitadas pelo que sofreram; infelizmente, essa auditoria ainda carece de ser feita.

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