Nesses obstáculos está o trabalho de parte importante de nossos deputados estaduais, considerados decentes e suficientemente independentes, como também do Judiciário, que será provocado para se incorporar a essa luta.
Derrubar a obrigação constitucional de consulta popular para vender uma empresa como a COPASA está longe do que Zema e Mateus Simões terão que afastar para o êxito desse vergonhoso intento.
Minas é maior do que um bando irresponsável que admite vender uma empresa estratégica para o Estado como a COPASA e por isso não será fácil receber de mão beijada o controle de uma empresa que foi construída com o empenho de gente séria e com os recursos que na consolidação dessa realidade aportaram os mineiros.
Um cipoal de informações sobre as entranhas dessa engenharia em construção, com uma pressa que sugere o atendimento de outros interesses, já começa a ser montado.
Esperemos pelo que virá.