Nos últimos anos, a área de Medicina do Trabalho do Hospital Sarah, em Belo Horizonte, vem sendo alvo de críticas e denúncias em razão da prática de não emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), mesmo em acidentes de trabalho típicos e de trajeto devidamente registradas em prontuário.
Essa atitude contraria a legislação e deveria ser obra de uma ação do Ministério Público do Trabalho e do Conselho Regional de Medicina de MG.
Um levantamento recente aponta que, apenas no Serviço de Nutrição e Dietética, três colaboradores sofreram mais de 20 acidentes de trabalho.
Em todos esses casos, a emissão da CAT foi negada pela equipe de saúde ocupacional do hospital, sob a chefia da médica do trabalho Dra. Denise Corsini.
A justificativa apresentada pela médica seria a de que tais acidentes não apresentaram gravidade, classificando-os como simples “incidentes”.