Essa é a manifestação de pessoas que vêm acompanhando a decisão do governo Zema de fechar um hospital que tem a responsabilidade de realização de 300 cirurgias por mês, como faz o HMAL, atendendo pessoas carentes, todas sem qualquer condição de arcarem com os custos de tratamento, um ato cirúrgico, a colocação de uma prótese, muitas vezes essencial para que possam voltar a se locomover, a trabalhar ou qualquer ato da vida normal.
O governo anunciou que construirá um grande centro hospitalar na região da Gameleira e, para isso, está desmantelando hospitais que hoje funcionam, socorrendo pessoas pobres de seus sofrimentos.
Essa construção vai durar, no mínimo, quatro ou cinco anos.
E nesse período, como e onde essas pessoas serão atendidas?
Ficarão em camas, em cadeiras de rodas ou morrerão?
Ou Zema acha que todo mundo é milionário como ele, que pode ser tratado no Albert Einstein?
Ou doentes pobres também serão operados no trator, como ele sugeriu fazer com moradores de rua?