O senador Rodrigo Pacheco também ficou surpreso com a notícia, diante de sua indefinição, até o momento, sobre o seu futuro político.
Pacheco tem manifestado às pessoas de seu grupo, as preocupações sobre as inevitáveis dificuldades de gerir o Estado nos próximos quatro anos, se Minas não contar com o apoio aberto do presidente Lula para ajudar, com recursos e políticas públicas, no cumprimento de um plano de metas ousado, mas seguro.
De Pacheco, o que se tem ouvido é que o Governo de Zema e Mateus Simões deixarão o Estado inviável, impossível de ser administrado, se não houver forte apoio do governo federal, nos próximos quatro anos.
Daí, a insistência como Rodrigo Pacheco vem batendo pela imediata adesão de Minas ao PROPAG, mas sem a necessidade de privatização das estatais Copasa, Cemig e Codemig.